Post no ritmo dos concursos, arte com a sua marca e anúncio segmentado pelo bairro da sua loja — feitos por quem acompanha as Loterias Caixa o dia inteiro. Você não escreve legenda, não desenha arte e não mexe no gerenciador de anúncios.
A partir de
Sem taxa de entrada e sem fidelidade. Dois planos, os dois com tráfego pago.
Esta empresa não está no Instagram.
Não foi possível encontrar um perfil para esta empresa.
Este número não está no WhatsApp.
Não é possível iniciar a conversa porque esta empresa não possui WhatsApp.
É isto que aparece pra quem ainda não conhece a sua casa. Não é uma avaliação ruim: é nada — e nada não disputa cliente com ninguém.
O que está acontecendo
Último post há oito meses, foto do balcão sem legenda. Quem abre isso não vê uma lotérica fraca — não vê lotérica nenhuma, e sai. Presença nas redes não é vaidade: é o horário de funcionamento da sua casa na cabeça do cliente.
E quando o prêmio acumula, é o bolão dela que aparece no feed do seu cliente. Não é que ela vende mais barato: é que ela estava na tela na hora em que ele decidiu.
Prêmio alto e prazo apertado fazem o apostador decidir em minutos. Quem não estava anunciando naquele dia não perdeu por pouco — nem entrou na disputa.
Faça o teste agora
Procure a sua lotérica no Instagram, do celular. Depois olhe a data do último post. Se você precisou rolar pra achar, o seu cliente já desistiu antes disso.
Conteúdo
Posts e stories no ritmo dos concursos, criando expectativa antes de cada sorteio. É o que mantém a sua lotérica na cabeça do apostador na hora em que ele decide onde jogar.
Não é post genérico de "bom dia". A pauta editorial sai do calendário real das Loterias Caixa — concursos regulares, especiais e datas comemorativas — com antecedência de produção pra nada sair em cima da hora.
Seu logo, suas cores e o seu código lotérico em cada peça. O cliente precisa reconhecer que aquele bolão é da SUA casa antes de ler a legenda.
Antes: prêmio estimado, cotas disponíveis, prazo de fechamento. Depois: quem ganhou e quanto pagou. O segundo é o que faz o próximo bolão vender — prova de que na sua casa sai prêmio.
Contagem regressiva pro sorteio, aviso de "últimas cotas", chamada de fechamento. É o formato que o apostador de loteria realmente responde, e o que quase nenhuma lotérica usa.
Tráfego pago
Post orgânico alcança quem já te segue. O tráfego pago alcança quem ainda não sabe que a sua lotérica existe — do quarteirão da sua loja até o outro lado do país, porque a cota fecha no WhatsApp.
Meta Ads por raio geográfico a partir do endereço da lotérica, por idade e por interesse. É a campanha que traz gente pro balcão: quem vê o anúncio tem como atravessar a rua e comprar com você.
A cota fecha no WhatsApp, então o cliente não precisa morar na sua rua pra comprar o seu bolão. Dá pra abrir a campanha pra fora da cidade e vender pra quem nunca vai pisar na sua loja — é o alcance que a lotérica da esquina não tem como copiar sem sair do bairro.
O anúncio não manda pra um site qualquer: abre a conversa no WhatsApp da sua loja, com a cota pra fechar ali mesmo, sem fricção. O cliente que chega por ali é seu, não do portal.
Acumulou, Mega da Virada, Lotofácil da Independência: a demanda sobe em janelas curtas e conhecidas com antecedência. É onde a mesma verba rende mais — e onde ela é aumentada de propósito.
A campanha é ajustada ao longo do mês, não deixada rodando no automático. Anúncio que ninguém olha depois do primeiro dia é o jeito mais comum de queimar verba no Meta.
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lotéricas mapeadas
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municípios
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A gente acompanha os bolões de todas elas, o dia inteiro. É de onde sai a pauta do seu perfil e o timing da sua campanha: quando um concurso especial abre, a gente já sabe — e o seu anúncio não entra depois que a cota da concorrência acabou.
Quem traz cliente novo é o tráfego — por isso ele está nos dois. A diferença é ter ou não os posts junto, e eles pesam: quem clica no anúncio abre o seu perfil antes de responder. Sem taxa de entrada e sem fidelidade.
O que traz cliente novo, sem posts no meio: anúncio rodando e gerido, conversa caindo no seu WhatsApp.
Quero esteO anúncio traz o cliente e o perfil confirma que a casa é séria. É o que mais converte, e é o que a gente recomenda.
Quero esteNão sabe qual escolher? A pergunta é como está o seu perfil hoje: se você já publica com alguma constância, o Tráfego resolve. Se ele está parado há meses, o anúncio vai levar gente pra uma vitrine vazia — aí vale o completo. Manda uma mensagem contando o tamanho da sua cidade e o que existe hoje no seu Instagram.
É comum a agência cobrar a verba junto da mensalidade e entregar só um relatório no fim. Aqui o cartão no Meta é o seu: você abre o gerenciador quando quiser e vê quanto foi gasto, em que anúncio e com que resultado. A gente cobra pelo trabalho, não pela sua verba.
Preciso ter Instagram?
Se já tiver, a gente assume o que existe. Se não tiver, a gente cria e configura o perfil comercial junto — inclusive o botão de WhatsApp, que é o que transforma visita em conversa.
Quem publica, eu ou vocês?
Nós. Você aprova a pauta do mês e a gente publica no ritmo combinado. O que a gente precisa de você é o que só você tem: foto da loja, aviso de promoção e resposta rápida no WhatsApp quando o cliente chamar.
De onde saem os bolões e os resultados dos posts?
Da mesma coleta que alimenta o RadarLot: a gente acompanha as Loterias Caixa o dia inteiro, todos os dias. Por isso o post de resultado sai no dia do resultado, e o de bolão sai com as cotas que ainda restam — sem você mandar nada por WhatsApp.
Em quanto tempo vejo resultado?
Tráfego pago dá sinal rápido: as primeiras conversas no WhatsApp costumam aparecer nos primeiros dias de campanha. Conteúdo é o contrário — leva de dois a três meses pra virar hábito do seu público. Quem promete venda em trinta dias com post orgânico está vendendo bem, não entregando.
Quanto devo colocar de verba?
Começar com cerca de R$ 10 por dia já põe o anúncio de pé numa cidade pequena ou num bairro. Nos concursos especiais vale concentrar mais, porque é quando a mesma verba compra mais atenção. Nada disso é pago pra gente — você paga direto ao Meta e enxerga cada centavo.
Tem fidelidade?
Não. É mês a mês e você cancela quando quiser. Vale um aviso honesto: no primeiro mês a gente está montando pauta, artes e público, e é onde o resultado ainda é menor. Se der pra dar três meses antes de julgar, o julgamento vai ser mais justo.
Posso pegar só o tráfego, sem os posts?
Pode — é o plano Tráfego, e é ele que traz cliente novo. Só saiba o que está escolhendo: mesmo com o anúncio caindo direto no seu WhatsApp, boa parte de quem clica abre o seu perfil antes de responder, e perfil parado faz a pessoa desistir ali. Esse plano é pra quem já cuida do próprio conteúdo.
E só os posts, sem tráfego?
Isso a gente não vende, e é honestidade e não regra de vendas: post orgânico fala com quem já te segue, então ele mantém a casa viva na cabeça de quem já é seu cliente — mas não traz cliente novo sozinho. Quem promete movimento no balcão só com post está vendendo bem, não entregando.
E se eu já tiver uma agência?
Aí a pergunta certa é se ela conhece loteria. A diferença aqui não é design: é a agência saber, sem você explicar, que quarta e sábado tem Mega, que acumulou muda a pauta da semana e que cota acabando é chamada de urgência.
Preciso ser cliente do RadarLot?
Não. Mas junto rende mais: os bolões da sua casa que alimentam os posts são os mesmos que o RadarLot já acompanha. Quem assina mais de um serviço tem desconto — pergunta na hora de fechar.
Dá pra juntar com o site?
Dá, e é a combinação natural: o anúncio precisa de um lugar pra levar o cliente, e o site da lotérica (R$ 199/mês) mostra os bolões ao vivo, com as cotas que restam. Post traz atenção, site converte, WhatsApp fecha.
Pode ser a sua lotérica. Manda uma mensagem e a gente olha o seu perfil, o tamanho da sua cidade e diz com franqueza qual plano faz sentido — inclusive se for o mais barato.
A partir de R$ 999/mês · sem taxa de entrada · sem fidelidade · verba de anúncio paga direto ao Meta